PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
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sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Nonô assiste ao espetáculo “The Imperial Bells of China", no CCB

Um final de tarde no “The Imperial Bells of China”, no CCB

No dia 7 de setembro de 2024, tive o privilégio de assistir ao espetáculo “The Imperial Bells of China” no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Este evento marcou um reencontro inesperado com as minhas memórias da China, onde estive no verão de 2009. Na altura, realizei uma viagem inesquecível e estou atualmente a rever o livro que escrevi sobre essa experiência, intitulado “Diário de uma Viagem à China”.

Foi o meu pai quem me informou sobre a apresentação através de uma mensagem no Facebook, e assim que soube, não hesitei em garantir o meu bilhete. Embora não tivesse muitas expectativas iniciais, o espetáculo surpreendeu-me de forma arrebatadora, transportando-me de volta ao país que me fascinou há tantos anos.

Com uma combinação impressionante de cor, movimento, história e poesia, “The Imperial Bells of China” despertou emoções profundas em mim. A orquestra trouxe à vida os sons de instrumentos antigos da China, alguns com milhares de anos de história, numa performance que era tanto visual como sonora. Para além da música, o espetáculo também destacou a importância da poesia e dos poetas chineses, algo profundamente valorizado na cultura daquele país.

Entre os muitos momentos memoráveis, o que mais me tocou foi a "dança das mangas". Os movimentos graciosos das dançarinas, com longas mangas flutuantes, transformaram o palco num mar de cores e elegância. Foi uma experiência quase hipnótica, que me envolveu de tal forma que as quase duas horas de espetáculo passaram num ápice.

O público, numa sala completamente esgotada, partilhou comigo este mergulho cultural que começou às 19h e terminou por volta das 20h40, sem intervalo. Foi uma viagem no tempo, mas também uma nova descoberta da riqueza da cultura chinesa. No final, senti-me grata pela recomendação do meu pai e extremamente feliz por ter vivido esta experiência tão única.

Deixo aqui algumas fotografias que recolhi:

The Imperial Bells of China de Leonor Costa

Como os vídeos que captei não ficaram com grande qualidade. Para poderem vislumbrar um pouco daquilo que vos estou a transmitir, deixo aqui, de seguida, dois trailers do evento. De qualquer forma, no YouTube é possível ver alguns vídeos com imagens do espetáculo.

The Imperial Bells of China - Portugal - Trailer 1

 

The Imperial Bells of China - Portugal - Trailer 2

A Feira do Livro de Belém: Uma Oportunidade Perdida (Por Agora)

Antes do espetáculo, a minha intenção era visitar a Feira do Livro de Belém, mas como só fui da parte da tarde, deparei-me com uma longa fila de espera. Depois do espetáculo, ainda tentei a sorte, passei pelo controlo e pelos portões, mas infelizmente a feira já tinha encerrado.

Fiquei um pouco desapontada, especialmente porque tinha a esperança de, finalmente, conseguir uma "marslefie" – uma selfie com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que é presença frequente no evento. No entanto, não foi desta vez! Mas, já decidi: no próximo ano, organizo-me melhor para visitar a feira e aproveitar ao máximo. Pelo número de visitantes, é evidente que a Feira do Livro de Belém tem vindo a ganhar cada vez mais relevância.

Por hoje, fico por aqui. Despeço-me, até à próxima sexta-feira, com o nosso habitual cumprimento, beijos poéticos,

Beijo da Nonô

M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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