🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Poesias da Nonô assiste ao Ciclo Poem(A)r: “O Primeiro Dia – Poemas e Canções para um Futuro Inquieto”

 No dia 17 de setembro de 2024, numa tarde que começou a perder a luz por volta das 18h30, decorreu mais uma sessão do ciclo Poem(ar) na sala de âmbito cultural do 6.º piso do El Corte Inglês, em Lisboa. Era a mesma sala onde, não há muito tempo, a Nonô apresentou o seu primeiro livro de poesia ilustrada infantojuvenil, Animais Poéticos. Desta vez, o convidado era Sérgio Godinho. A sala encheu-se rapidamente, com um público ansioso por ver e ouvir o músico e poeta.

Confesso que esta não foi das sessões que mais me marcou. Talvez por ter tido expectativas demasiado altas ou por não ter ressoado tanto com a seleção de poemas e músicas da noite. Mas, como costuma acontecer nestes encontros, houve momentos que valeram a pena. A poesia e a música continuam a ter essa capacidade de nos fazer parar e pensar, de nos levar para um lugar diferente, ainda que brevemente.

José Anjos, o anfitrião do ciclo, mais uma vez manteve a fluidez do evento, guiando a conversa com a leveza e o humor de sempre. Não foi uma sessão memorável para mim, mas não deixou de ser um momento agradável de partilha cultural.

Deixo algumas fotografias e vídeos que capturei com o meu telemóvel. Claro, não substituem a presença física nem a energia que se sente ao vivo, mas servem como uma forma de partilhar um pouco do que foi vivido. Este artigo, mais do que um registo fiel do evento, é uma tentativa de dar a conhecer e enaltecer o trabalho e a importância destes encontros na nossa vida.

2024-09-17 Ciclo Poem(A)r: “O Primeiro Dia – Poemas e Canções para um Futuro Inquieto” de Leonor Costa

Por hoje, fico por aqui. Despeço-me, até à próxima sexta-feira, com o nosso habitual cumprimento, beijos poéticos,

M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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