PT: A poesia não pede licença nem serve para acalmar: é um território vivo de catarse, voz e atitude. Sou a M.ª Leonor Costa (Nonô) — escritora, performer e criadora de Poesias da Nonô. Dou corpo, som e presença à palavra dita em português e inglês, habitada por heterónimos que navegam entre o visceral, o sagrado e o quotidiano. Entra sem pressa. Lê com o corpo, escuta com a pele e habita este espaço.
EN: Poetry doesn't ask for permission, nor is it meant to soothe: it is a living territory of catharsis, voice, and attitude. I am M.ª Leonor Costa (Nonô) — writer, performer, and creator of Poesias da Nonô. I give body, sound, and presence to spoken word in Portuguese and English, inhabited by heteronyms navigating the visceral, the sacred, and the everyday. Step inside. Read with your body, listen with your skin, and inhabit this space.

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sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Poesias da Nonô assiste ao Ciclo Poem(A)r: “O Primeiro Dia – Poemas e Canções para um Futuro Inquieto”

 No dia 17 de setembro de 2024, numa tarde que começou a perder a luz por volta das 18h30, decorreu mais uma sessão do ciclo Poem(ar) na sala de âmbito cultural do 6.º piso do El Corte Inglês, em Lisboa. Era a mesma sala onde, não há muito tempo, a Nonô apresentou o seu primeiro livro de poesia ilustrada infantojuvenil, Animais Poéticos. Desta vez, o convidado era Sérgio Godinho. A sala encheu-se rapidamente, com um público ansioso por ver e ouvir o músico e poeta.

Confesso que esta não foi das sessões que mais me marcou. Talvez por ter tido expectativas demasiado altas ou por não ter ressoado tanto com a seleção de poemas e músicas da noite. Mas, como costuma acontecer nestes encontros, houve momentos que valeram a pena. A poesia e a música continuam a ter essa capacidade de nos fazer parar e pensar, de nos levar para um lugar diferente, ainda que brevemente.

José Anjos, o anfitrião do ciclo, mais uma vez manteve a fluidez do evento, guiando a conversa com a leveza e o humor de sempre. Não foi uma sessão memorável para mim, mas não deixou de ser um momento agradável de partilha cultural.

Deixo algumas fotografias e vídeos que capturei com o meu telemóvel. Claro, não substituem a presença física nem a energia que se sente ao vivo, mas servem como uma forma de partilhar um pouco do que foi vivido. Este artigo, mais do que um registo fiel do evento, é uma tentativa de dar a conhecer e enaltecer o trabalho e a importância destes encontros na nossa vida.

2024-09-17 Ciclo Poem(A)r: “O Primeiro Dia – Poemas e Canções para um Futuro Inquieto” de Leonor Costa

Por hoje, fico por aqui. Despeço-me, até à próxima sexta-feira, com o nosso habitual cumprimento, beijos poéticos,

M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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