🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Natal: "Carta aberta ao Pai Natal"

 Este poema foi publicado pela primeira vez no dia 6 de  dezembro de 2015 e faz parte do livro inédito volume I de Poesias de Natal.

Poemas da Nonô

Carta aberta ao Pai Natal

Querido Pai Natal,

este ano nada te peço

presenteia quem mais necessita

eu tenho tudo o que mereço.

 

Distribui bem os presentes

não te esqueças de quem precisa

Dá prioridade às crianças

com a presença delas tudo se ameniza.

 

Não te esqueças de mim

Vem-me visitar

não preciso de presentes

mas não dispenso a ternura do teu olhar.

 

Querido Pai Natal

Não te esqueças dos desfavorecidos

este ano traz paz ao mundo

e lembra-te dos mais esquecidos.

 Sentada na secretária do meu quarto, 4 de dezembro de 2015, 21h10, escrito à mão

In Costa, Mª Leonor, Poemas de Natal, Vol. I

Poesias da Nonô

Áudio

 Carregue aqui

Vídeo

Por hoje despeço-me com beijos poéticos.
Beijo da Nonô

Nonô Poetry

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