PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Poema inédito: “Diamante”

Olá, todos nós, em algum momento da vida, já nos sentimos imperfeitos ou incompletos, como se houvesse algo em nós que ainda não brilhasse da maneira que gostaríamos. A nossa trajetória é marcada por desafios, por aprendizagens, por momentos de dor e de crescimento. E, em muitos destes momentos, somos como diamantes em bruto, prontos para ser lapidados, para revelar a nossa verdadeira essência e o nosso brilho único.

O poema “Diamante” surge como um reflexo desta evolução contínua. Somos todos, de alguma forma, pedras preciosas escondidas pela imperfeição da nossa natureza humana. Cada experiência, cada dificuldade enfrentada, é como um corte que molda a nossa forma, que nos ensina a ser mais fortes e mais autênticos. Não se trata de alcançar uma perfeição impossível, mas de abraçar as nossas imperfeições e transformá-las no nosso maior valor.

Ao leres este poema, convido-te a refletir sobre a tua própria jornada. A vida, com todos os seus altos e baixos, é um processo contínuo de lapidação. Cada erro, cada acerto, cada momento de dor ou de felicidade é uma parte do polido que nos torna quem somos. E é nesse processo de evolução que, no fim, encontramos o nosso brilho — aquele que é único, inimitável, e que é nosso por direito. 

Poesias da Nonô
Poesias da Nonô

Até à próxima segunda-feira, aqui no blogue, temos um artigo extra para celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil!

Despeço-me, como sempre, com o nosso habitual cumprimento: Beijos Poéticos.

 M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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