PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Poema inédito: “Haverá Sempre Mais Bonita”

Olá, vivemos numa sociedade onde a comparação parece ser inevitável. Desde muito cedo, somos ensinados a medir o nosso valor em função dos outros, a procurar perfeição nos padrões impostos e a acreditar que há sempre alguém "mais bonita", "mais talentosa", ou "mais inteligente". Porém, a verdadeira beleza e força surgem quando paramos de procurar validação fora de nós e começamos a perceber a nossa singularidade.

O poema “Haverá Sempre Mais Bonita” é um grito de liberdade e autoaceitação. Ele reflete a jornada de uma mulher que se dá conta da sua unicidade e do seu valor intrínseco, sem depender de comparações ou da opinião alheia. Em cada verso, encontramos a beleza da cicatriz emocional que, longe de ser um defeito, se torna uma marca de crescimento, de amor próprio e de serenidade.

Convido-te a ler este poema com os olhos da alma, e a abraçar, como eu, a certeza de que, por mais que o mundo tente nos moldar, nunca haverá ninguém como nós. O valor reside no ser autêntico, na liberdade de ser quem somos, sem medos, sem padrões, apenas com a força de quem se aceita plenamente.

Poesias da Nonô

Poesias da Nonô

 Até à próxima sexta-feira, aqui no blogue!

Despeço-me, como sempre, com o nosso habitual cumprimento: Beijos Poéticos.

 M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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