🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Do lado de dentro da janela / Inside the window

Inside the window
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Do lado de dentro da janela
Espreitando o exterior
Procurando novidades
Que não se avistam no interior.

Não corre uma aragem
O vento parou de soprar
Não passa ninguém
Que me possa inspirar.

Apenas o silêncio
E os gasto asfalto
O meu pensamento
Invadem de assalto.

O pátio está deserto
Usado pelo tempo
Uma mente inquieta
Encontra assim um passatempo.

Alvalade, Lisboa, Portugal,
Poema escrito a computador,
18 de junho de 2018,
13h08

Inside the window
Peeking outside
Looking for news
That does not have one inside.

Do not run a puff
The wind stopped blowing
Do not pass no one
May it inspire me.

Only silence
And the worn out asphalt
My thinking
They invade assault.

The courtyard is deserted.
Used by time
A restless mind
so find a hobby.

Alvalade, Lisbon, Portugal,
Computer-written poem,
June 18, 2018,
1:08 p.m.


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