PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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terça-feira, 19 de junho de 2018

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Do lado de fora da janela / Outside the window

Outside the window
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Do lado de fora da janela
Tudo acontece
Uma incontável sequência de cenas
O exterior favorece.

Apressadas as pessoas passam
Sem saberem se são observadas
Ladeadas por janelas
Abertas ou fechadas.

Rasgadas nas paredes
Pontos de observação
Entrada e saída de ar
Expostas à iluminação.

No exterior muito se passa
Que do interior se observa
Muito se pode imaginar
Sobre o que cada lado nos reserva.
Alvalade, Lisboa, Portugal,
Poema escrito a computador,
18 de junho de 2018,
13h35

Outside the window
Everything happens
Countless scenes
The outside favors.

Hurried people pass by
Without knowing if they are observed
Flanked by windows
Open or closed.

Torn on walls
Points of observation
Air inlet and outlet
Exposed to illumination.

Abroad is very
Which of the interior is observed
A lot can be imagined
About what each side reserves for us.
Alvalade, Lisbon, Portugal,
Computer-written poem,
June 18, 2018,
1:35 p.m.

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