🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sexta-feira, 13 de junho de 2025

🌿 Dia 13 de Junho — Um Dia que me é Santo

Poesias da Nonô

Hoje, 13 de junho, celebra-se o dia de Santo António.

Não me considero católica, é verdade. Mas há santos que nos tocam por dentro, que se tornam nossos — mesmo que não sejamos de rezas. Santo António é o meu padroeiro preferido.

É o santo casamenteiro, aquele que cuida dos amores perdidos, dos corações que procuram companhia — e eu, poeta das emoções, não poderia ignorar essa ternura.

Mas há mais razões para esta ligação:

13 de junho era o dia de aniversário da minha avó — mulher sábia e firme, que me ensinou os verdadeiros valores

E Santo António é o santo de Lisboa, cidade que me viu nascer, com as suas ruelas de azulejos, os manjericos em flor e o cheiro a sardinhas no ar.

Hoje, estou longe de tudo isso — estou de férias na Tailândia.

Não há poema, mas há gratidão.

Há em mim a memória dos arraiais, das promessas murmuradas, das danças ao luar e dos pequenos milagres que todos procuramos:

um amor que chegue, uma vida mais leve, uma alegria inesperada.

Hoje, ergo o copo (de água de coco, desta vez!) ao Santo António, à minha avó e a todos vocês.

Aos amores bons, à poesia da cidade, às raízes que nunca se perdem, mesmo quando os pés caminham por praias longínquas.

Volto na próxima semana com mais versos, mais alma — e com muita inspiração.

 Série: Nonô Lê Versos do Blogue

🎧 Ouve aqui o poema em áudio:

Poesias da Nonô

🎬 Vê e sente o poema neste vídeo:

Até à próxima sexta-feira, aqui no blogue!

Despeço-me, como sempre, com o nosso habitual cumprimento: 

Gratidão e Beijos Poéticos

M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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