PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sexta-feira, 13 de junho de 2025

🌿 Dia 13 de Junho — Um Dia que me é Santo

Poesias da Nonô

Hoje, 13 de junho, celebra-se o dia de Santo António.

Não me considero católica, é verdade. Mas há santos que nos tocam por dentro, que se tornam nossos — mesmo que não sejamos de rezas. Santo António é o meu padroeiro preferido.

É o santo casamenteiro, aquele que cuida dos amores perdidos, dos corações que procuram companhia — e eu, poeta das emoções, não poderia ignorar essa ternura.

Mas há mais razões para esta ligação:

13 de junho era o dia de aniversário da minha avó — mulher sábia e firme, que me ensinou os verdadeiros valores

E Santo António é o santo de Lisboa, cidade que me viu nascer, com as suas ruelas de azulejos, os manjericos em flor e o cheiro a sardinhas no ar.

Hoje, estou longe de tudo isso — estou de férias na Tailândia.

Não há poema, mas há gratidão.

Há em mim a memória dos arraiais, das promessas murmuradas, das danças ao luar e dos pequenos milagres que todos procuramos:

um amor que chegue, uma vida mais leve, uma alegria inesperada.

Hoje, ergo o copo (de água de coco, desta vez!) ao Santo António, à minha avó e a todos vocês.

Aos amores bons, à poesia da cidade, às raízes que nunca se perdem, mesmo quando os pés caminham por praias longínquas.

Volto na próxima semana com mais versos, mais alma — e com muita inspiração.

 Série: Nonô Lê Versos do Blogue

🎧 Ouve aqui o poema em áudio:

Poesias da Nonô

🎬 Vê e sente o poema neste vídeo:

Até à próxima sexta-feira, aqui no blogue!

Despeço-me, como sempre, com o nosso habitual cumprimento: 

Gratidão e Beijos Poéticos

M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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