PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sexta-feira, 20 de junho de 2025

🌳 Poema inédito: “Abraço Árvores”

Há dias em que sinto que tudo acelera por dentro e por fora.

Dias em que o mundo grita, em que o corpo anda desligado da alma e o pensamento salta de preocupação em preocupação. 

Nesses dias, procuro uma árvore. 

Abraçar uma árvore é um regresso.

É alinhar o corpo com a natureza, é lembrar que pertencemos à terra, que há raízes em nós, mesmo que por vezes nos sintamos soltos ao vento. 

As árvores não julgam, não apressam, não respondem.

Elas ouvem em silêncio, transmitem calma, guardam segredos antigos nos anéis do tempo.

São abrigo e ensinamento. 

Este poema nasceu desse gesto simples e poderoso: o de parar e abraçar.

Pode parecer pouco, mas é um dos maiores atos de presença que conheço.

Quando abraço uma árvore, aterro em mim. 

Deixo-vos agora o poema “Abraço árvores”, na esperança de que também vos inspire a desacelerar, a escutar o mundo natural e, acima de tudo, a escutarem-se a vocês próprios.

Poesias da Nonô

Série: Nonô Lê Versos do Blogue

🎧 Ouve aqui o poema em áudio:

Poesias da Nonô

🎬 Vê e sente o poema neste vídeo: 

Até à próxima sexta-feira, aqui no blogue!

Despeço-me, como sempre, com o nosso habitual cumprimento: 

Gratidão e Beijos Poéticos

M.ª Leonor Costa (Poesias da Nonô)

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