🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sexta-feira, 5 de março de 2021

"A Magnólia" de Luiza Neto Jorge em Este poema não é meu e "Magnólia e o tempo" de Nonô em Diálogo entre Poemas - março de 2021 - mês das flores

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Luiza Neto Jorge

Este poema não é meu
Luiza Neto Jorge

A Magnólia - Foto de Chris F no Pexels

Este poema não é meu

A Magnólia

Luiza Neto Jorge

(10 de maio de 1939 – 1989)

A exaltação do mínimo,

e o magnífico relâmpago

do acontecimento mestre

restituem-me a forma

o meu resplendor.

Um diminuto berço me recolhe

onde a palavra se elide

na matéria- na metáfora-

necessária, e leve, a cada um

onde se ecoa e resvala.

A magnólia,

o som que se desenvolve nela

quando pronunciada,

é um exaltado aroma

perdido na tempestade,

um mínimo ente magnífico

desfolhando relâmpagos

sobre mim.

de O Seu Tempo a Seu Tempo

Diálogo entre Poemas

Magnólia e o tempo

Nonô

(15 de agosto de 1975)

Tudo a seu tempo,

Na primavera flores a florir

A natureza resplandece

Os animais começam a parir.

A bela magnólia.

Linda e perfumada

Nasce nas árvores

Branca e rosada.

Símbolo de dignidade e pureza,

E de força, lealdade e amor

Pétalas fora do comum

Em todo o seu esplendor.

Criativa e vulnerável,

Ciente do teu eu interior

Esperançosa, crente,

Exteriorizando vigor

Sem temer o amanhã

O futuro tem outro sabor

Quando se confia no tempo

Mem-Martins, quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021, 18h00

Nonô (MLeonor Costa)

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