PT: A poesia não pede licença nem serve para acalmar: é um território vivo de catarse, voz e atitude. Sou a M.ª Leonor Costa (Nonô) — escritora, performer e criadora de Poesias da Nonô. Dou corpo, som e presença à palavra dita em português e inglês, habitada por heterónimos que navegam entre o visceral, o sagrado e o quotidiano. Entra sem pressa. Lê com o corpo, escuta com a pele e habita este espaço.
EN: Poetry doesn't ask for permission, nor is it meant to soothe: it is a living territory of catharsis, voice, and attitude. I am M.ª Leonor Costa (Nonô) — writer, performer, and creator of Poesias da Nonô. I give body, sound, and presence to spoken word in Portuguese and English, inhabited by heteronyms navigating the visceral, the sacred, and the everyday. Step inside. Read with your body, listen with your skin, and inhabit this space.

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quarta-feira, 31 de março de 2021

“Túlipa” em Poesias Mundanas - Março de 2021 - Mês das Flores

 Podcast

Vídeo

Poesias Mundanas

Poemas da Nonô
Pintura da autoria da minha mãe


Túlipa

Flor ornamental

Cada cor seu significado

Cada haste um broto fechado

A um turbante comparado.

 

Pétalas alongadas e delicadas

Marca registada da Holanda

Nome de um copo alto para cerveja

Quando a sede demanda.

 

Originarias da China ou da Turquia

Ícones de beleza e sofisticação

Devido à lenda do príncipe turco Farhad

Na cor vermelha são símbolos de amor verdadeiro e paixão

 

Informado da morte da sua amada Shirin

O príncipe não aguentou a sua dor

Cavalgou para o precipício

De cada gota do seu sangue nasceu em vermelho esta flor.

 


in Poesias Mundanas, Mem-Martins (minha secretária), segunda-feira, 22 de março de 2021, 11h56

Nonô (M.ª Leonor Costa)

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