PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — criadora de Poesias da Nonô. Como escritora, artista, performer e formadora, acredito que a poesia não é apenas um género literário, mas sim uma ferramenta viva de libertação e Biblioterapia. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e transformam. Aqui, a escrita é um território de encontro: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — creator of Poesias da Nonô. As a writer, artist, performer, and trainer, I believe poetry is not just a literary genre, but a living tool for liberation and bibliotherapy. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and transform. Here, writing is a territory of encounter: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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marialeonorcost@gmail.com

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Paz reencontrada / Peace rediscovered

PT: Paz reencontrada

 

Paz reencontrada

A cada novo dia que passa,

Deixa-me animada,

Porque na vida tudo se ultrapassa.

 

Fico feliz porque partiste,

Por tudo o que aprendi.

O meu coração não desiste,

E não me arrependi.

 

Pensei que te tinha magoado,

Mas fui eu quem se magoou.

Não sinto saudades do passado,

É no presente que agora estou.

 

Alcancei a paz emocional

Com esforço e dedicação,

Uma tranquilidade espiritual

Que faz bem ao meu coração.

 

Escrito à mão: Sentada à secretária (Agualva),

24 de novembro de 2015, 10h15

In Costa, M.ª Leonor. Catarse das Palavras. Vol. I
Catharsis of Words

EN: Peace Rediscovered

 

Peace rediscovered

With each new day that passes,

It makes me feel animated,

Because everything in life is overcome.

 

I'm glad we broke up,

For everything I learned.

My heart doesn't give up,

And I have no regrets.

 

I thought I had hurt you,

But it was I who was hurt.

I don't miss the past;

It is in the present that I am now.

 

I reached emotional peace

With effort and dedication,

A spiritual tranquility

That is good for my heart.

 

Handwritten poem: Sitting at the desk (Agualva),

November 24, 2015, 10:15 a.m.

In Costa, M.ª Leonor. Catharsis of Words. Vol. I



Nota: Este artigo foi revisto e atualizado no dia 09/10/2025.

Note: This article was revised and updated on October 9, 2025.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Podes até nem ser perfeito / You can even not be perfect

Podes até nem ser perfeito
Não precisas de ser uma estampa
Podes ser humanamente imperfeito
Podes ser como quiseres
Desde que saibas me dar o teu respeito.

Podes ser meu amigo
Confidente e amante
Estarei sempre contigo
A meu lado ficarás confiante
Porque amar não é castigo.

Podes me beijar o pescoço
Pôr os teus braços à minha volta
Deixar o meu coração em alvoroço
Susurrar-me ao ouvido
E fingir que o mundo é nosso.

Sentada no comboio da linha de Sintra
no dia 24 de Novembro de 2015,
escrito à mão
8h37



You can even not be perfect
You need not be a picture
You can be humanly imperfect
You can be as you want
Provided that you know how to give me your respect.

You can be my friend
Confidant and lover
I will always be with you
Next to me I will be confident
Because love is not punishment.

You can kiss my neck
Put your arms around me
Leave my heart in turmoil
Whisper in my ear
And pretend that the world is ours.

Sitting on the Sintra line train
on November 24, 2015,
handwritten

8:37 a.m.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Haiku, Haikai , 俳句

Almas unidas pelo amor
Corações palpitantes.
A noite é longa.

9 de fevereiro de 2016,
Sentada no meu quarto
escrito à mão
16h13



Souls united by love
palpitating hearts.
The night is long.

February 9, 2016,
Sitting in my room
handwritten

16h13

sábado, 13 de fevereiro de 2016

O prazer da minha companhia / The pleasure of my company

Gosto de sair comigo
Sei que vou ao meu encontro
Não chego atrasada
Estou sempre disponível e pronto.

Não me faço esperar
Não tenho conversas chatas comigo
Sou fácil de contentar
Sou o meu melhor amigo.

Seja de noite
Ou pode ser de dia
Tenho sempre o prazer
De gostar da minha companhia.

Sentada à secretária (Agualva)
no dia 20 de Novembro de 2015,
escrito à mão
13h00



I like to go out with me
I know I'm going to meet me
I do not arrive late
I am always available and ready.

I do not make me wait
I'm dint have boring conversations with me
I'm easy to please
I'm my own best friend.

At night
Or it could be at day
I have ever the pleasure
To enjoy my company.

Sitting at the desk (Agualva)
on November 20, 2015,
handwritten

13:00

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Vi-te / I saw you

Vi-te
Despertas-te minha atenção
Desejei-te
Fizes-te pulsar o meu coração.

Conseguiste
Acordar os meus sentidos
Que por estes dias
Têm estado adormecidos.

Cativas-te me pela tua simplicidade
E pela tua educação
Parece-me teres valores
Será que tenho razão?

Vi-te
Despertas-te em mim a dúvida
Será que também deste por mim
Por esta alma ferida.

Sentada na mesa da cozinha
no dia 20 de Novembro de 2015,
escrito à mão
8h05



I saw you
You awakened my attention
I wished you
You made my heart beat.

You managed
To wake up my senses
That these days
Have been asleep.

You captivate me by your simplicity
And for your education
It seems to me thou you have values
Do I have reason?

I saw you
You awake in me the doubt
You also saw me
This wounded soul.

Sitting at the kitchen table
on November 20, 2015,
handwritten

8:05 a.m.

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