PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — criadora de Poesias da Nonô. Como escritora, artista, performer e formadora, acredito que a poesia não é apenas um género literário, mas sim uma ferramenta viva de libertação e Biblioterapia. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e transformam. Aqui, a escrita é um território de encontro: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — creator of Poesias da Nonô. As a writer, artist, performer, and trainer, I believe poetry is not just a literary genre, but a living tool for liberation and bibliotherapy. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and transform. Here, writing is a territory of encounter: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

💌PT: Contacto / 💌EN: Get in touch:

marialeonorcost@gmail.com

domingo, 24 de maio de 2015

Catarse das Palavras: "Violência gratuita" / Catharsis of Words: "Senseless Violence"

PT: Violência gratuita

 

Os jornais e noticiários

estão cheios de violência gratuita,

ânimos exaltados,

vidas que terminam de forma fortuita.

 

Todos os pretextos

contribuem para os egos exaltar.

Num minuto, perde-se a razão,

e a vida pode assim terminar.

 

A violência não leva a nada

e a nenhum desfecho feliz.

Isto está errado e tem de mudar,

simplesmente alternando a força motriz.

 

Poema manuscrito: Sentada na minha cama, no quarto cor-de-rosa,

da minha casa em Chaves, 19 de maio de 2015, 5h57

In Costa, M.ª Leonor. Catarse das Palavras. Vol. I
Catharsis of Words

EN: Senseless Violence

 

Newspapers and news reports

are full of senseless violence,

heightened tempers,

lives that end in a random way.

 

Every pretext

helps egos get out of control.

In one minute, reason is lost,

and life can end just like that.

 

Violence leads to nothing

and to no happy outcome.

This is wrong and has to change,

simply by altering the driving force.

 

Handwritten poem: Sitting on my bed, in the pink-colored bedroom of my house in Chaves, May 19, 2015, 5:57 a.m.

In Costa, M.ª Leonor. Catharsis of Words. Vol. I
Nonô Poetry

Nota: Este artigo foi revisto e atualizado no dia 09/10/2025.

Note: This article was revised and updated on October 9, 2025. 

sábado, 23 de maio de 2015

Catarse das Palavras: "A beleza vem de dentro" / Catharsis of Words: "Beauty Comes from Within"

PT: A beleza vem de dentro

 

Estou a escrever estas frases

pensando nas mulheres que não se conseguem amar,

que têm dificuldade em olhar para o espelho,

porque do que veem não chegam a gostar.

 

Mudem as vossas conceções.

O ideal de beleza está a mudar.

Sejam o mais natural possível

e disponham de tempo para se cuidar.

 

Não enalteçam pequenos defeitos,

não se deixem definir por esse prisma.

Cicatrizes, sinais e borbulhas

podem até ter algum carisma.

 

Tudo depende de como nos encaramos

e se conseguimos brilhar por fora.

Beleza é aquilo que vem de dentro,

e quem assim não achar pode ir embora.

 

Poema manuscrito: Sentada na minha cama, no quarto cor-de-rosa,

da minha casa em Chaves, 19 de maio de 2015, 5h29

In Costa, M.ª Leonor. Catarse das Palavras. Vol. I
Catharsis of Words

EN: Beauty Comes from Within

 

I am writing these words,

thinking of the women who can't love themselves,

who have a hard time looking in the mirror,

because they don't like what they see.

 

Change your perceptions.

The ideal of beauty is changing.

Be as natural as possible,

and make time to take care of yourselves.

 

Don't overstate small flaws;

don't let yourselves be defined by that lens.

Scars, moles, and pimples

can even have a certain charisma.

 

Everything depends on how we see ourselves

and if we can shine on the outside.

Beauty is what comes from within,

and if you don't believe that, you can leave.

 

Handwritten poem: Sitting on my bed, in the pink-colored bedroom of my house in Chaves, May 19, 2015, 5:29 a.m.

In Costa, M.ª Leonor. Catharsis of Words. Vol. I
Nonô Poetry



Nota: Este artigo foi revisto e atualizado no dia 09/10/2025.

Note: This article was revised and updated on October 9, 2025.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Na velha Europa / In the old Europe

Na velha Europa

Na velha Europa

Há cada vez mais corrupção

Prevalece a lei da ganância

Da inveja e da desmedida ambição.

 

Continente repleto de história

Gozando de alguma união

Se não me falha a memória

Viveu séculos de guerra e convulsão.

 

Avizinham-se tempos difíceis

De reorganização mundial

A economia virou religião

E a sua conquista é pouco espiritual.

 

Que a fome e a crise

Se mantenham à distância

Deste velho continente

Que teve outrora maior importância!


Poema manuscrito: Sentada na minha cama, no quarto cor-de-rosa, da minha casa em Chaves, 19 de maio de 2015, 5h20
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry
In the old Europe

In the old Europe

There is increased corruption

The law of greed prevails

Of envy and unbridled ambition.

 

Continent steeped in history

Enjoying of some union

If memory serves me right

It has lived through centuries of war and upheaval.

 

Challenging times are coming

Of world reorganization

The economy has turned into religion

And its conquest is unspiritual.

 

May hunger and crisis

Be kept at a distance

From this old continent

Which was once of greater importance!

Handwritten poem: Sitting on my bed, in the color pink bedroom of my house in Chaves, on May 19, 2015, 5:20 a.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Catarse das Palavras: "És tóxico" / Catharsis of Words: "You Are Toxic"

PT: És tóxico

 

Descobri que eras tóxico

porque não acreditas em mim.

Tentas anular-me

por tudo e, porque sim.

 

Não elogias os meus talentos,

não reconheces as minhas necessidades.

Apesar de alguns momentos,

não enalteces as minhas qualidades.

 

Quero-me rodear de pessoas

que tenham em mim um efeito positivo.

Nem sequer tentes negar,

pois tu és muito negativo.

 

Desejo uma vida melhor

no sentido da evolução.

Tu envenenas tudo ao meu redor,

trazendo contigo a escuridão.

 

Poema manuscrito: Sentada no sofá da minha casa em Chaves,

18 de maio de 2015, 21h03

In Costa, M.ª Leonor. Catarse das Palavras. Vol. I
Catharsis of Words

EN: You Are Toxic

 

I discovered you were toxic

because you don’t believe in me.

You try to invalidate me,

for everything and for no reason.

 

You don't praise my talents;

you don't recognize my needs.

Despite a few good moments,

you don't celebrate my qualities.

 

I want to surround myself with people

who have a positive effect on me.

Don’t even try to deny it,

because you are very negative.

 

I wish for a better life

in the sense of evolution.

You poison everything around me,

bringing darkness with you.

 

Handwritten poem: Sitting on the couch in my house in Chaves,

May 18, 2015, 9:03 p.m.

In Costa, M.ª Leonor. Catharsis of Words. Vol. I
Nonô Poetry





Nota: Este artigo foi revisto e atualizado no dia 09/10/2025.

Note: This article was revised and updated on October 9, 2025.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Amores Platónicos / Platonic Loves - Já não arde a chama da paixão / No longer burns the flame of passion

Já não arde a chama da paixão
Saí da minha zona de conforto
Fui corajosa e arrisquei
Infelizmente deu para o torto
Apesar de tudo o que abdiquei.

Não foi uma questão de sorte
Faltou o teu empenho,
Fui muitas vezes forte
Utilizei arte e engenho.

Tinha muito para dar
E desejei receber
Cheguei a me apaixonar,
Mas tu não quiseste saber.

Agora já é tarde
Não há mais perdão,
Pois, no meu peito já não arde,

A chama da paixão.

Sentada no sofá da minha casa em Chaves,
Poema manuscrito,
18 de maio de 2015, 20h51
In Costa, M.ª Leonor. Amores Platónicos. Vol. I
Platonic Loves
No longer burns the flame of passion
I left my comfort zone
I was brave and risked
Unfortunately has given awry
After all that abdicated.

It was not a matter of luck
Missed your commitment
I was often strong
I used art and skill.

I had so much to give
And I wished to receive
I came to fall in love with you
But you wanted not to know.

Now it's too late
There is no forgiveness
For in my chest no longer burns
The flame of passion.

Sitting on the couch in my house in Chaves,
Handwritten poem,
on May 18, 2015, 8.51 p.m.
In Costa, M.ª Leonor. Platonic Loves. Vol. I
Nonô Poetry

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