PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — a Nonô. Sou autora e mentora de escrita curativa. Acredito que a poesia não é apenas um género literário, é uma ferramenta de libertação. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e libertam. Aqui, a escrita é uma prática viva: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — Nonô. I am an author and a therapeutic writing mentor. I believe poetry is not just a genre; it is a tool for liberation. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and set you free. Here, writing is a living practice: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Sou uma poetisa ambulante / I am a traveling poet

Sou uma poetisa ambulante

Sou uma poetisa ambulante

Escrevo poemas em qualquer lugar

Assim que as ideias fervilham

Paro para as registar.

 

Redijo em qualquer parte do país

Também o faço no estrangeiro

Registo ideias sobre muitos temas

Procurando ser mensageiro.

 

Escolho as palavras exatas

Para aquilo que pretendo transmitir

Um exercício de oratória

Impossível de reprimir.

 

Basta um momento de solidão

Em que os pensamentos possam fluir

Fórmula mais do que suficiente

Para os poemas, poder redigir.

Poema manuscrito e a computador: Mem-Martins, sentada à secretária,
14 de junho de 2015, 22h35
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry

I am a travelling poet

I am a travelling poet

I write poems anywhere

As soon as ideas bubble up

I stop to register them.

 

I write anywhere in the country

I also do it abroad

I register ideas on many subjects

Trying to be a messenger.

 

I choose the exact words

For what I want to transmit

An exercise in oratory

Impossible to suppress.

 

A moment of solitude is enough

Where thoughts can flow

A more than sufficient formula

For poems to be able to write.
Handwritten and computer: Mem-Martins, sitting at desk,
14 June 2015, 10:35 p.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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