PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Sou uma poetisa ambulante / I am a traveling poet

Sou uma poetisa ambulante

Sou uma poetisa ambulante

Escrevo poemas em qualquer lugar

Assim que as ideias fervilham

Paro para as registar.

 

Redijo em qualquer parte do país

Também o faço no estrangeiro

Registo ideias sobre muitos temas

Procurando ser mensageiro.

 

Escolho as palavras exatas

Para aquilo que pretendo transmitir

Um exercício de oratória

Impossível de reprimir.

 

Basta um momento de solidão

Em que os pensamentos possam fluir

Fórmula mais do que suficiente

Para os poemas, poder redigir.

Poema manuscrito e a computador: Mem-Martins, sentada à secretária,
14 de junho de 2015, 22h35
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry

I am a travelling poet

I am a travelling poet

I write poems anywhere

As soon as ideas bubble up

I stop to register them.

 

I write anywhere in the country

I also do it abroad

I register ideas on many subjects

Trying to be a messenger.

 

I choose the exact words

For what I want to transmit

An exercise in oratory

Impossible to suppress.

 

A moment of solitude is enough

Where thoughts can flow

A more than sufficient formula

For poems to be able to write.
Handwritten and computer: Mem-Martins, sitting at desk,
14 June 2015, 10:35 p.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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