PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — a Nonô. Sou autora e mentora de escrita curativa. Acredito que a poesia não é apenas um género literário, é uma ferramenta de libertação. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e libertam. Aqui, a escrita é uma prática viva: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — Nonô. I am an author and a therapeutic writing mentor. I believe poetry is not just a genre; it is a tool for liberation. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and set you free. Here, writing is a living practice: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Catarse das Palavras: "Polivalente" / Catharsis of Words: "Polyvalent"

PT: Polivalente

 

Não me chamo Poli,

e o meu apelido não é Valente.

Tenho valor pessoal

e não finjo estar contente.

 

Tentar fazer dez tarefas em simultâneo

sem a mínima condição.

Exigem de ti o impossível,

originando dispersão.

 

Sem contrapartidas

e por mera imposição,

pedem-te o impossível,

desrespeitando a tua missão.

 

Algo está errado

na nossa pequena nação;

as condições de trabalho

estão em franca degradação.

 

Poema manuscrito: Mem-Martins, Sentada na minha cama, 16 de setembro de 2015, 24h27 (madrugada)

In Costa, M.ª Leonor. Catarse das Palavras. Vol. I
Catharsis of Words

EN: Polyvalent

 

My name isn't Poly,

and my last name isn't Valiant.

I have personal worth,

and I won't pretend to be happy.

 

Trying to do ten tasks at once

with no conditions to do so.

They demand the impossible of you,

causing you to lose your focus.

 

Without anything in return

and by simple imposition,

they ask the impossible of you,

disrespecting your mission.

 

Something is wrong

in our small nation;

the working conditions

are in a state of clear degradation.

 

Handwritten poem: Mem-Martins, Sitting on my bed,

September 17, 2015, 12:27 a.m.

In Costa, M.ª Leonor. Catharsis of Words. Vol. I
Nonô Poetry

Nota: Este artigo foi revisto e atualizado no dia 09/10/2025.

Note: This article was revised and updated on October 9, 2025.

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