PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

"Quando penso em ti” de Matilde Campilho in Este Poema Não é Meu e “Quando de ti me recordo”de Nonô in Diálogo Entre Poemas– Fevereiro de 2021 - Mês do Amor

 Podcast

Vídeo

Matilde Campilho
Este Poema Não é Meu

Este poema não é meu

Quando penso em ti

Matilde Campilho (Nascida em 1982)

 

Quando penso em ti

eu esqueço o lixo

que de manhã faz barulho

à minha porta

Pareces-te com o tempo

das amendoeiras

Tens tudo a ver com

a escadaria semi-invisível

que o mágico escavou

no rochedo atlântico

Sim tu pareces o Verão.

Poemas da Nonô

Diálogo entre Poemas

Quando de ti me recordo

Nonô (Nascida em 1975)

Quando de ti me recordo

esqueço o que foi mau

enquanto observo a manhã

a nascer da minha janela

Pareces-te com um rei

Que não reinou

Desvaneceste na névoa

Para mim ficaste invisível

Num longínquo horizonte

Mais vasto que o atlântico

Datado num verão.


Mem-Martins (minha secretária), terça-feira, 19 de janeiro de 2021, 7h36
Nonô (MLeonor Costa)

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