🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

“Sou a mulher que se mata por amor a ti” de Andreia C. Faria in Este poema não é meu e “A mulher que sou não se mata por ninguém” de Nonô in Diálogo entre poemas– Fevereiro de 2021 -Mês do Amor

 Podcast

brevemente

Vídeo

Já a seguir

Andreia C. Faria

Este poema não é meu

Sou a mulher que se mata por amor a ti

Andreia C. Faria (nascida em 1984)

 

Sou a mulher que se mata por amor a ti

e a mulher por amor de quem se morre

Sou o rapaz que há como uma água turva

na mulher por quem se morre

o bucal húmido do telefone onde ela expia

pensamentos violentos como plumas

Sou a pluma que lhe abre os lençóis

a lasca de madeira sobre a mesa

a lâmina à espera

que a nudez dê frutos

Sou aquilo que fere o rapaz

e a roupa que o tapa

Sou o brilho da janela onde a mulher

se balança

 Poemas da Nonô


Diálogo entre Poemas

A mulher que sou não se mata por ninguém

Nonô (nascida em 1975)

 

A mulher que sou não se mata por ninguém

Nutre amor pelos demais, ama-se também

Inclui energias masculinas e femininas

É equilíbrio de polos opostos

Só agrada alguns gostos

Não alimenta pensamentos violentos

Sou aquela que lhe os horizontes da liberdade

A deixo viver com intensa verdade

A que não a prende

Numa de alma

Sou uma imagem de calma

Uma rebelde no silêncio

Sou a manifestação da natureza

daquilo em que acredito

Mem-Martins, segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021, 07h34

Nonô (MLeonor Costa)

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