🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Qualquer um de nós pode morrer amanhã / Any of us can die tomorrow

Qualquer um de nós pode morrer amanhã
Não é a morte que me assusta
Um passo inevitável pós vida
Que para os que ficam mais custa.

É o sofrimento atroz
O meu motivo de preocupação
As dores insuportáveis no corpo
Conseguir manter a razão.

Neste momento todos estamos cá
A qualquer instante um de nós poderá partir
Quero viver uma vida plena
Agora respirar e sentir.

Sentada na minha cama, no meu quarto, em casa dos meus pais
Escrito à mão
15 de julho de 2017
11h56


Any of us can die tomorrow
It is not death that scares me.
An inevitable post-life step
Which for those who stay the most costs.

It is the terrible suffering
It worries me.
The unbearable pains in the body
Get hold of reason.

At this moment we are all here
At any moment one of us may leave
I want to live a full life
Now breathe and feel.

Sitting on my bed, in my room, at my parents' house.
Handwritten
July 15, 2017

11:56 a.m.

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