PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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terça-feira, 3 de abril de 2018

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Este poema não começa aqui / This poem does not start here

This poem does not start here

Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Este poema não começa aqui
Tem início no seu leitor
Das linhas que se seguem
Pode tirar prazer ou dor.

Das palavras ecoam ideias
Os conceitos unem-se num mesmo lugar
Retratos bucólicos e cosmopolitas
Um filme sempre a passar.

Frases unidas
Pinceladas impressionistas
São lidas por quem quer,
Conferindo-lhes as suas próprias vistas.

Estados de espíritos,
Análises sociais,
Misturando alegorias
Cujas leituras nunca são iguais…

Gare de Comboios de Roma-Areeiro,
Poema manuscrito,
26 de março de 2018,
12h57,


This poem does not start here
It starts in is reader
From the following lines
He can take pleasure or pain.

Of words echo ideas
Concepts unite in one place
Bucolic and cosmopolitan portraits
A movie always going by.

United phrases
Impressionistic brushstrokes
They are read by anyone who wants,
Giving them their own views.

States of spirits,
Social analyzes,
Mixing allegories
Whose readings are never the same ...

Gare de Trains of Rome-Areeiro,
Handwritten poem,
March 26, 2018,
12:57 p.m.,


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