PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — criadora de Poesias da Nonô. Como escritora, artista, performer e formadora, acredito que a poesia não é apenas um género literário, mas sim uma ferramenta viva de libertação e Biblioterapia. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e transformam. Aqui, a escrita é um território de encontro: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — creator of Poesias da Nonô. As a writer, artist, performer, and trainer, I believe poetry is not just a literary genre, but a living tool for liberation and bibliotherapy. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and transform. Here, writing is a territory of encounter: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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terça-feira, 17 de abril de 2018

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Silêncio urbano / Urban silence


Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
A cidade já acordou
As pessoas dirigem-se para o trabalho.
Instalada a azáfama rotineira
Os pés percorrem o soalho.

O semáforo está vermelho
Os carros tiveram de parar
O dia está escuro
E ainda não se atreveu a aclarar.

Que sossego paira,
Será algum engano?
Por momentos paro e escuto
O silêncio urbano…

Minha casa, Mem-Martins, Sintra, Portugal
Poema escrito a computador,
11 de abril de 2018,
18h46

The city already woke up
People go to work.
Installed the routine bustle
The feet go through the floor.

The traffic light is red
The cars had to stop
The day is dark
And yet he did not dare to clarify.

How quiet is it,
Is it some mistake?
For a moment I stop and listen
The urban silence ...

My house, Mem-Martins, Sintra, Portugal
Computer-written poem,
April 11, 2018,
6: 46 p.m.

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