PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Amores Platónicos / Platonic loves - Prova-me que estou errada / Prove me that I'm wrong

Prove me that I'm wrong
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Prova-me que estou errada
E que tudo isto não passou de uma charada
De uma armadilha bem montada.

Toma a atitude mais acertada
Aquela que sentes lá dentro
Desempata esta encruzilhada.

Depois do erro vem o arrependimento
Um rastro de destruição
Espalhando a dor e o sofrimento.

Uma novela mexicana
Que ninguém quer viver
Quem engana e desengana...

Um duelo desigual
Sem força, nem armas
Que para ti já deve ser habitual…

Mem-Martins, sentada no sofá em casa dos meus pais,
Poema manuscrito,
2 de setembro de 2018
16h46
Prove me that I'm wrong.
And that all this was just a charade
From a well-fitted trap.

Take the right attitude
The one you feel inside.
Unleash this crossroads.

After the error comes repentance
A trail of destruction
Spreading pain and suffering.

A Mexican novel
That no one wants to live
Who cheats and disallows ...

An uneven duel
No force, no weapons
Which for you should be habitual ...

Mem-Martins, sitting on the couch at my parents' house,
Handwritten poem,
2 de setembro de 2018
4:46 p.m.

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