🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Catarse das Palavras / Catharsis of Words - Calminha, o tanas / Calm, my ass

Calm, my ass
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Calminha, o tanas
Há causas que não agarro
Guerras que não são minhas
De nós me desamarro.

De que me adianta gritar,
Espernear, estrebuchar,
Se nada vai mudar
Na decisão já tomada.

A dor que ninguém vê
Guardo dentro de mim
Numa fogueira que não tem como arder
Um dia o fogo chega ao fim.

Sentada no comboio da linha de Sintra (Rio de Mouro),
Poema manuscrito,
13 de setembro de 2018
8h15

Calm, my ass
There are causes that I do not grasp
Wars that are not mine
From us I untie myself.

What good is it to shout,
Spur, to shudder,
If nothing is going to change
In the decision already made.

The pain no one sees
I keep inside myself
In a bonfire that can’t burn
One day the fire comes to an end.

Sitting on the train line of Sintra (Rio de Mouro),
Handwritten poem,
September 13, 2018
8:15 a.m.

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