🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

💌PT: Contacto / 💌EN: Get in touch:

poesiasdanono@gmail.com

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Catarse das Palavras / Catharsis of Words - O hábito não faz o monge / The habit does not make the monk

The habit does not make the monk

O hábito não faz o monge
A imagem pode ser fabricada
São os valores que se vestem
Que marcam a passada.

Somos seres individuais
Cada vez mais isolados
Desligados dos demais
Vazios e fechados.

À medida que o tempo avança
A dificuldade aumenta
Instalada a desconfiança
A mente fica mais atenta.

Para lá do primeiro impacto
Há tanto a descobrir
Uma peça de teatro no primeiro ato
Até o pano voltar a abrir.

Mem-Martins, sentada na cozinha de minha casa,
Poema manuscrito,
13 de setembro de 2018
7h35

The habit does not make the monk
The image can be manufactured
Are the values that we dress
That mark the step.

We are individual beings
Increasingly isolated
Disconnected from others
Empty and closed.

As time progresses
The difficulty increases
Installed mistrust
The mind becomes more attentive.

Beyond the first impact
There is so much to discover
A play in the first act
Until the cloth reopens.

Mem-Martins, sitting in the kitchen of my house,
Handwritten poem,
September 13, 2018
7:35 a.m.

Sem comentários:

Enviar um comentário

📩💖Formulário de Contacto / 📩💖 Contact Form

Nome

Email *

Mensagem *