PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Catarse das Palavras / Catharsis of Words - O cliente tem sempre razão / The customer is always right

Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
O cliente tem sempre razão
Até ao momento que a perde
Levado por impulsos irracionais
A sua paciência ferve.

Cansado de reclamar
Face a um interlocutor autista
Deixando de acreditar
Cansado talvez desista.

Interpola e extrapola
Escreve num livro os seus lamentos
Até que lhe salta a mola
E os seus impulsos tornam-se violentos.

Um sistema pesado
E muito mal conduzido
Leva muitos ao desespero
Deixando o seu cliente esquecido.
Alvalade, Lisboa, Portugal,
Poema escrito a computador,
22 de maio de 2018,
14h24

The customer is always right
Until he loses it
Driven by irrational impulses
His patience boils.

Tired of complaining
Faced with an autistic interlocutor
Failing to believe
Tired he maybe give up.

Interpolates and extrapolates
Write in a book their moans
Until he leaps up the spring
And his impulses become violent.

A heavy system
And very poorly conducted
It leads many to despair
Leaving is customer forgotten.
Alvalade, Lisbon, Portugal,
Computer-written poem,
May 22, 2018,
2:24 p.m.

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