PT: A poesia não pede licença nem serve para acalmar: é um território vivo de catarse, voz e atitude. Sou a M.ª Leonor Costa (Nonô) — escritora, performer e criadora de Poesias da Nonô. Dou corpo, som e presença à palavra dita em português e inglês, habitada por heterónimos que navegam entre o visceral, o sagrado e o quotidiano. Entra sem pressa. Lê com o corpo, escuta com a pele e habita este espaço.
EN: Poetry doesn't ask for permission, nor is it meant to soothe: it is a living territory of catharsis, voice, and attitude. I am M.ª Leonor Costa (Nonô) — writer, performer, and creator of Poesias da Nonô. I give body, sound, and presence to spoken word in Portuguese and English, inhabited by heteronyms navigating the visceral, the sacred, and the everyday. Step inside. Read with your body, listen with your skin, and inhabit this space.

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Poesias Mundanas / Worldly poetry - Escrevo para que leias / I write so that you read


Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Escrevo para que leias
Para te entreter
Se te revês nas minhas ideias
Delas podes retirar saber.
Das palavras faço teias
Utilizo criatividade para as tecer.

As poesias são para ser lidas
Não se limitam a ser letras mortas
Os seus leitores dão-lhes diferentes vidas
Do pensamento abrem se as portas.
De memórias há muito esquecidas
Daquilo que dentro transportas.

Escrevo para que leias
Pensamentos e reflexões
Para te levar a pensar
Despertar emoções
Poemas que em mim começam
Podem terminar em milhões.
Alvalade, Lisboa, Portugal,
Poema escrito a computador,
22 de maio de 2018,
14h08

I write so that you read
To entertain you
If you look at my ideas
From them can you pull know.
From words I make webs
I use creativity to weave them.

Poetry is to be read
Are not limited to be dead letters
Your readers give them different lives
Of thought open doors.
From memories long forgotten
From what you carry inside.

I write so that you read
Thoughts and reflections
To make you think
Awakening emotions
Poems That Begin In Me
They can end up in millions.
Alvalade, Lisbon, Portugal,
Computer-written poem,
May 22, 2018,
2:08 p.m.

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