🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

O amolador / The grinder

O amolador passa na rua
Com certeza vai chover
Ele toca a flauta
Da sua passagem todos ficam a saber.

Afia facas e tesouras
A quem dos seus serviços precisar.
É um vendedor ambulante
Cada vez mais raro de encontrar.

Ainda hoje ele passa na minha rua
Lembrando-me um som de criança
Uma música característica
Um som que nunca cansa.

Sentada à secretária, no meu quarto, em casa dos meus pais
Escrito a computador
26 de abril de 2017
20h55


The grinder passes on the street
surely it will rain
He plays the flute.
From his passage everyone knows.

He sharpens knives and scissors
For whom his services need.
He's a street vendor.
Increasingly rare to find.

Even today he passes on my street
Remembering a childlike sound
A characteristic music
A sound that never tires.

Sitting at my desk in my room at my parents' house.
Written to computer
April 26, 2017

8:55 p.m.

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