🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

💌PT: Contacto / 💌EN: Get in touch:

poesiasdanono@gmail.com

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Brinco com a minha sombra / I play with my shadow

Brinco com a minha sombra
Observo a minha silhueta
Com as mãos faço gestos
Invento uma historieta.

Consigo ver os meus dez dedos
Mas não vejo o meu olhar
O tamanho da sombra altera-se
Ao ritmo do meu caminhar.

Viro-me para o outro lado
E a minha sombra deixo de ver
Perco assim a criança
Que a vida fez crescer.

Sentada ao computador , no meu quarto, em casa dos meus pais
Poema escrito a computador
24 de setembro de 2017
23h10


I play with my shadow
I watch my silhouette
With my hands I make gestures
I invent a cartoon.

I can see my ten fingers
But I do not see my look
Shadow size changes
To the rhythm of my walk.

I turn to the other side.
And my shadow I see
So I lose the child
That life has made to grow.

Sitting at the computer in my bedroom at my parents' house.
Computer-written poem
September 24, 2017

11:10 p.m.

Sem comentários:

Enviar um comentário

📩💖Formulário de Contacto / 📩💖 Contact Form

Nome

Email *

Mensagem *