🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Amores Platónicos / Platonic loves - Já não beijo sapos / I do not kiss frogs anymore

I do not kiss frogs anymore
Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor
Já não beijo sapos
Para se tornarem príncipes
Não aceito menos do que um rei
A mim vejo-me como rainha
Deixo o que poder de bom à minha passagem
Aquilo que carrego dentro de mim só eu sei.

Posso até parecer pueril,
Numa primeira abordagem,
Não te deixes enganar
Olha com mais atenção
Para lá da imagem
Muito há a desbravar.

As relações desenvolvem-se
Com paciência e subtileza
Aos poucos uma boa pessoa se mostra
Por debaixo das máscaras e da dureza
Há uma história intensamente vivida
Pois a pérola nasce do sofrimento da ostra.

Alvalade, Lisboa, Portugal,
Poema manuscrito,
16 de julho de 2018,
16h10
I do not kiss frogs anymore
To become princes
I do not accept less than a king
I see myself as queen
I leave what good power to my passage
What I carry inside me, I only know.

I may even seem childish,
In a first approach,
Do not be fooled
Look more closely
Beyond the picture
There is much to break.

Relations develop
With patience and subtlety
Little by little a good person shows up
Underneath the masks and hardness
There is an intensely lived story
For the pearl is born of the suffering of the oyster.

Alvalade, Lisbon, Portugal,
Handwritten poem,
July 16, 2018,
4:10 p.m.


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