🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

As vidas que vivemos / The lives we live

À medida que os anos passam
E os dias se sucedem
Vamos nos adaptando
Fazendo metamofoses no edem.

Adaptados e readaptamos
A cada nova fase
Para no fim de tudo
Regressámos à base.

Quantas vidas vivemos?
De corpo e alma
Caimos e nos reerguemos
E aos poucos desenvolvemos a calma.

A vida é só uma
Vivida de diversas formas
A cada nova fase uma investida
De acordo com as suas normas.

Sentada no comboio da linha de Sintra (Rio de Mouro)
no dia 19 de Novembro de 2015,
escrito à mão
8h36


As the years pass
And day follows
We go by adapting
Making metamofoses at the Edem.

We adapted and readapted
At each new phase
For after all
We returned to the base.

How many lives do we live?
With body and soul
We fall down and we erected
And gradually developed calm.

Life is just one
Lived in several ways
With each new stage an investee
According to their standards.

Sitting on the train from Sintra line (Rio de Mouro)
on November 19, 2015,
handwritten

8:36 a.m.

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