🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Outrora um porto seguro / Once a safe haven

Outrora um porto seguro
Hoje um cais encalhado.
Em tempos um jardim florido
Atualmente um campo abandonado.

Em tempos dependente
Da aceitação coletiva
Hoje independente
Uma mulher determinada e afirmativa.

Noutros tempos agarrada a falsas ideias
Hoje culta e inteligente
Agora solitária e divertida
E a cada dia mais consciente.

Sentada na mesa da cozinha
no dia 26 de Novembro de 2015,
escrito à mão
7h51



Once a safe haven
Now a beached dock.
Once a flower garden
Currently an abandoned field.

Once dependent
Of the collective acceptance
today independent
A determined and assertive woman.

In the past clinging to false ideas
Today cultured and intelligent
Now lonely and fun
And every day more conscious.

Sitting at the kitchen table
on November 26, 2015,
handwritten

7:51 a.m.

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