🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quarta-feira, 15 de junho de 2016

A esperança telefonou-me / Hope called me

A esperança telefonou-me
Recebi-a de braços abertos
Ela é a última a morrer
Para ela devemos estar sempre despertos.

Desta vez trazia más notícias
Sobre a saúde e o amor
Impasses da vida
Lições com dissabor.

Ela mostrou ser realista
Face à dura realidade
Recusando ser pessimista
Mantem a sua dignidade.

Ela pode até fraquejar um pouco
Mas nunca sai derrotada
Ela estará sempre de pé
Mesmo quando já não restar nada.

Sentada na minha cama,
4 de junho de 2016
escrito à mão
8h28


Hope called me
I received her with open arms
She is the last to die
For her we must always be awake.

This time she brought bad news
On health and love
Impasses of life
Lessons with unpleasantness.

She proved to be realistic
Given the harsh reality
Refusing to be pessimistic
Keeps her dignity.

She may even weaken a bit
But never go out defeated
She is always standing
Even when no longer subtract anything.

Sitting on my bed,
June 4, 2016
handwritten

8:28 a.m.

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