🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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sábado, 18 de junho de 2016

Mexes comigo / You wiggle with me

Cada dia que passa e não te vejo
Sinto a tua falta
Quando entras por aquela porta
Fico logo em alta.

Não te consigo explicar
Como me fazes sentir
São borboletas no estômago
É a moral a subir.

Fico nervosa
Devido ao inesperado
Estava fechada para o mundo
E agora procuro-te em todo o lado.

Algo em ti
Me fez vacilar
Mexes comigo
Não o consigo negar.

Sentada na minha cama,
4 de junho de 2016
escrito à mão
9h01



Every day that passes and I don’t see you
I miss you
When you enter through that door
I just feel high.

I can’t explain
How you make me feel
Are butterflies in the stomach
It is the moral to rise.

I get nervous
Due to the unexpected
I was closed to the world
And now I look for you everywhere.

Something in you
It made me waver
You wiggle with me
I can’t deny.

Sitting on my bed,
June 4, 2016
handwritten

9:01 a.m.

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