🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Diálogo Interior / Interior dialogue

Aqui  não há espaço para angústias
Nem para o arrependimento
O tempo passou
Dando espaço ao esquecimento.

Vou procurando ser feliz com pouco
Com aquilo que me rodeia
Tudo me faz sentir contente
Até uma simples ideia.

Procuro pensar positivo
Mesmo com a minha pouca sorte
Agarro-me à resiliência
Para me manter forte.

Sou feliz a ajudar
Todo aquele que de mim precisa
Disponibilizo o meu conhecimento
Sou aquele que sempre avisa.


Sentada na minha cama em casa dos meus pais;
19 de junho de 2016
escrito à mão
00h57


Here there is no room for troubles
Not for repentance
The time has passed
Giving way to oblivion.

I seek to be happy with little
With what surrounds me
It makes me feel happy
Even a simple idea.

I try to think positive
even with my bad luck
I hold to resilience
To keep me strong.

I am happy to help
Everyone who needs me
I offer my knowledge
I am one who always warns.


Sitting on my bed in my parents' house;
June 19, 2016
handwritten

00:57 a.m.

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