PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 5 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 5 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Viro o corpo para um lado e outro / I turn the body to one side and another

Viro o corpo para um lado e outro
Não consigo dormir
Está escuro à minha volta
O pensamento insiste em fluir.

Longas horas sem descanso
O cérebro precisa refletir
Uma agitação mental
Preciso descontrair.

O sono se foi
Os meus olhos voltam a abrir
Assim o corpo se cansa
E o mau estar se faz sentir.

Fecho os olhos
E insisto em voltar a dormir
Procuro tranquilizar a mente
E aceito tudo o que está para vir.

Sentada na mesa da cozinha em casa dos meus pais
Escrito à mão
19 de outubro de 2016
8h10

I turn the body to one side and another
I can’t sleep
It is dark around me
Thought insists on flow.

Long hours without rest
The brain needs to reflect
A mental agitation
I need to relax.

Sleep is gone
My eyes return to open
Thus the body gets tired
And the malaise is felt.

I close my eyes
And I insist on going back to sleep
Seeking to reassure the mind
And I accept all that is to come.

Sitting at the kitchen table in my parents' house
Handwritten
October 19, 2016

8:10 a.m.

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