🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Os galos do vizinho / The neighbor's roosters

Os galos do vizinho
Passam o dia a cocoricar
São três galos ao todo
Que em coro se põe a cantar!

Cantam alternadamente
Parece que estão a conversar
Um estranho diálogo
Que nãos nos deixa sossegar!

Quer de noite, quer de dia
Os galos consigo escutar
Passam o dia no rebuliço
Ninguém os consegue calar.

Sentada na minha cama, no meu quarto, em casa dos meus pais
Escrito à mão
19 de abril de 2017
7h21


The neighbour's roosters
Spend the day singing
There are three roosters in all
Who chooses to sing.

They sing alternately
Looks like they're talking.
A strange dialogue
That does not let us settle down.

By night, by day
The roosters I can hear
They spend the day in turmoil
Nobody can shut them up.

Sitting on my bed, in my room, at my parents' house
Handwritten
April 19, 2017

7:21 a.m.

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