PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — a Nonô. Sou autora e mentora de escrita curativa. Acredito que a poesia não é apenas um género literário, é uma ferramenta de libertação. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e libertam. Aqui, a escrita é uma prática viva: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — Nonô. I am an author and a therapeutic writing mentor. I believe poetry is not just a genre; it is a tool for liberation. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and set you free. Here, writing is a living practice: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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sexta-feira, 2 de março de 2018

Amores Platónicos / Platonic loves - Coração Bandido / Bandit heart



Imagem retirada da Internet / Image taken from the Internet
Coração bandido
Indomável e traidor
Assolapado e sofrido
Inundado de amor
Em mil pedaços partido.

Dentro do peito palpitas
Frágil e desanimado
Dificilmente acreditas
Foste severamente enganado
Embora nem sempre admitas.

Sem mais tempo a perder
Deixa o passado de lado
Está na hora de reerguer
Não durmas acordado
há tanto ainda para viver.

Mem-Martins, Sintra, Portugal,
Poema escrito a computador,
24 de fevereiro de 2018,
17h33,
Bandit heart
Indomitable and traitorous
Assolapado and suffered
Flooded with love
In a thousand pieces broken.

Inside the chest palpitas
Fragile and discouraged
You hardly believe
You were severely deceived.
Although you do not always admit it.

No more time to lose
Put the past aside
It's time to get up
Do not sleep awake
there is so much yet to live.

Mem-Martins, Sintra, Portugal,
Computer-written poem,
February 24, 2018,
17:33 p.m.,


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