🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Na mesma moeda / In the same currency

Na mesma moeda
Não te admires se retribuir
Remeto-me ao silêncio
Por agora prefiro fingir.

Faço de conta que não percebo
Aquilo que para mim é evidente
Faço-me de despercebida
Até pareço indiferente.

À medida que o tempo passa
Provavelmente vou-me cansar
Pessoas vêm e vão
Já não adiante ignorar.

As mentiras são claras
E de fraca imaginação
Aquilo que não me dizes
Está para lá da observação.

Sentada à secretária, no meu quarto, em casa dos meus pais
Escrito a computador
14 de agosto de 2017
00h37



In the same currency
Do not be surprised if I reciprocate
I turn to silence
For now I prefer to pretend.

I pretend I do not understand
What is clear to me
I become unnoticed
I even seem indifferent.

As time goes by
I'll probably get tired
People come and go
No longer ignore.

The lies are clear
And of poor imagination
What you do not tell me
It's beyond observation.

Sitting at my desk in my room at my parents' house.
Written to computer
August 14, 2017

00.37 p.m.

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