PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — a Nonô. Sou autora e mentora de escrita curativa. Acredito que a poesia não é apenas um género literário, é uma ferramenta de libertação. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e libertam. Aqui, a escrita é uma prática viva: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — Nonô. I am an author and a therapeutic writing mentor. I believe poetry is not just a genre; it is a tool for liberation. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and set you free. Here, writing is a living practice: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Catarse das Palavras / Catharsis of Words - À velocidade da luz / At the speed of light



Todos os dias a vida acontece
Volátil e efémera
A alegria e a tristeza quase se sobrepõem
Nem se chega a poder sentir.

Há tanta coisa para ver
Tanto desejo a realizar
As exigências são tantas
E o tempo sempre a fugir.

A terra está constantemente a rodar
Um mundo em convulsão
À velocidade da luz
Nasce e morre um coração.

Sentada na cama, Mem-Martins, Sintra, Portugal,
Poema manuscrito,
21 de janeiro de 2018,
6h36,


Everyday life happens
Volatile and ephemeral
Joy and sadness almost overlap
You can not even feel it.

There is so much to see
So much desire to realize
The demands are so
And time is always running away.

The earth is constantly rolling
A world in convulsion
At the speed of light
A heart is born and dies.

Sitting on the bed, Mem-Martins, Sintra, Portugal,
Handwritten poem,
January 21, 2018,
6:36 a.m.,

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