PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — criadora de Poesias da Nonô. Como escritora, artista, performer e formadora, acredito que a poesia não é apenas um género literário, mas sim uma ferramenta viva de libertação e Biblioterapia. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e transformam. Aqui, a escrita é um território de encontro: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
EN: Do you ever feel that words have colour, but your pain remains voiceless? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — creator of Poesias da Nonô. As a writer, artist, performer, and trainer, I believe poetry is not just a literary genre, but a living tool for liberation and bibliotherapy. I help you transform the emotions you carry — the ones you cannot yet name — into words that heal and transform. Here, writing is a territory of encounter: an invitation to read with your body, unlock what is trapped, and finally find your own voice. 🌸✨ Are you ready to write your own liberation? Join me and discover how.

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Natal / Christmas - Filosofia do Natal / Philosophy of Christmas

Philosophy of Christmas
Filosofia do Natal / Philosophy of Christmas

Filosofia do Natal
Meio sagrada, meio profana
Com um pretexto religioso
Celebra-se uma festa mundana.

Todos querem e recebem
Presentes pelo menino
Dois mil anos depois
De um nascimento Jesuíno.

Para uns importa a família
Os abraços e os afetos
Para outros apenas o consumismo
E o último grito publicitado nos prospetos.

Visões antagónicas
E por vezes complementares
Num mundo a transmutar valores
Faz aquilo em que mais acreditares
Comboio (Amadora),
Poema manuscrito,
27 de novembro de 2018
8h22

Philosophy of Christmas
Half holy, half profane
With a religious pretext
A worldly party is celebrated.

All want and receive
Gifts
by the boy
Two thousand years later
From a Jesuit birth.

For one mind the family
Hugs and affections
For others only consumerism
And the last shout advertised in the prospects.

Antagonistic visions
And sometimes complementary
In a world to transmute values
Do what you believe the most.
Train (Amadora),
Handwritten poem,
November 27, 2018
8:22 a.m.

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