PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Natal / Christmas - Filosofia do Natal / Philosophy of Christmas

Philosophy of Christmas
Filosofia do Natal / Philosophy of Christmas

Filosofia do Natal
Meio sagrada, meio profana
Com um pretexto religioso
Celebra-se uma festa mundana.

Todos querem e recebem
Presentes pelo menino
Dois mil anos depois
De um nascimento Jesuíno.

Para uns importa a família
Os abraços e os afetos
Para outros apenas o consumismo
E o último grito publicitado nos prospetos.

Visões antagónicas
E por vezes complementares
Num mundo a transmutar valores
Faz aquilo em que mais acreditares
Comboio (Amadora),
Poema manuscrito,
27 de novembro de 2018
8h22

Philosophy of Christmas
Half holy, half profane
With a religious pretext
A worldly party is celebrated.

All want and receive
Gifts
by the boy
Two thousand years later
From a Jesuit birth.

For one mind the family
Hugs and affections
For others only consumerism
And the last shout advertised in the prospects.

Antagonistic visions
And sometimes complementary
In a world to transmute values
Do what you believe the most.
Train (Amadora),
Handwritten poem,
November 27, 2018
8:22 a.m.

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