PT: A poesia não pede licença nem serve para acalmar: é um território vivo de catarse, voz e atitude. Sou a M.ª Leonor Costa (Nonô) — escritora, performer e criadora de Poesias da Nonô. Dou corpo, som e presença à palavra dita em português e inglês, habitada por heterónimos que navegam entre o visceral, o sagrado e o quotidiano. Entra sem pressa. Lê com o corpo, escuta com a pele e habita este espaço.
EN: Poetry doesn't ask for permission, nor is it meant to soothe: it is a living territory of catharsis, voice, and attitude. I am M.ª Leonor Costa (Nonô) — writer, performer, and creator of Poesias da Nonô. I give body, sound, and presence to spoken word in Portuguese and English, inhabited by heteronyms navigating the visceral, the sacred, and the everyday. Step inside. Read with your body, listen with your skin, and inhabit this space.

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Atreve-te / Dare to

Atreve-te 

Atreve-te a sonhar

A querer ir mais longe

A rir e a fantasiar.

 

Atreve-te a ser diferente

A mostrar tudo o que és

E a ser irreverente.

 

Atreve-te a sentir esperança

A acreditar em ti

Na tua autoconfiança.

 

Num mundo que te faz sofrer

E que está cheio de invejas

Atreve-te simplesmente a ser.


Poema manuscrito: Mem-Martins, sentada à secretária, no meu quarto,
13 de julho de 2015, 21h25
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry

Dare to

Dare to dream

To want to go further

To laugh and to fantasize.

 

Dare to be different

To show all that you are

And be irreverent.

 

Dare to feel hope

To believe in you

In your self-confidence.

 

In a world that makes you suffer

And which is full of envy

Dare too simply be.

Handwritten poem: Mem-Martins, Sitting at the desk in my room,
July 13, 2015, 9:25 p.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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