PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sábado, 10 de setembro de 2016

Deixa-me em paz / Leave me alone

Deixa-me em paz
Por favor segue a tua vida
Não te desejo mal
Há muito que, para ti, eu já devia estar esquecida.

Por favor não me envies mensagens
O mínimo que me deves é espaço e respeito
Tu bem sabes que fui muito tua amiga
Em troca tu desferiste-me um duro golpe no peito.

Procura ser feliz
Não me tentes imitar
Faz aquilo de que gostas
Francamente mete-te no teu lugar.

Somos demasiado diferentes
Tira essa conclusão
Verdadeiramente nunca fomos amigos
Entre nós não há nem nunca houve união.

Sentada na mesa de refeições do meu trabalho
Escrito à mão
2 de setembro de 2016
13h10



Leave me alone
Please follow your life
I do not wish you harm
There is much that, for you, I should have been forgotten.

Please do not send me messages
The least you owe me is space and respect
You well know that I was much your friend
In return you strike me a hard blow to the chest.

Try to be happy
Do not try to imitate
Do what you like to
Frankly put yourself in your place.

We are too different
Take this conclusion
Truly we were never friends
Among us there is and never was an union.

Sitting on the dining table of my work
Handwritten
September 2, 2016

1:10 p.m.

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