PT: A poesia não pede licença nem serve para acalmar: é um território vivo de catarse, voz e atitude. Sou a M.ª Leonor Costa (Nonô) — escritora, performer e criadora de Poesias da Nonô. Dou corpo, som e presença à palavra dita em português e inglês, habitada por heterónimos que navegam entre o visceral, o sagrado e o quotidiano. Entra sem pressa. Lê com o corpo, escuta com a pele e habita este espaço.
EN: Poetry doesn't ask for permission, nor is it meant to soothe: it is a living territory of catharsis, voice, and attitude. I am M.ª Leonor Costa (Nonô) — writer, performer, and creator of Poesias da Nonô. I give body, sound, and presence to spoken word in Portuguese and English, inhabited by heteronyms navigating the visceral, the sacred, and the everyday. Step inside. Read with your body, listen with your skin, and inhabit this space.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Poesias Mundanas - Os sinos ecoam ao longe

Poesias Mundanas

Os sinos ecoam ao longe


Os sinos ecoam ao longe

Ouvem-se cânticos festivos

As luzes brilham na rua

Junto dos outros motivos.

 

São as decorações de Natal

Com todo o seu esplendor

Um toque divinal

Em nome do criador.


Tocam as badaladas

Todos podem escutar

A época é de festa

Vamos nos animar.

in Poesias mundanas, Mem-Martins (minha secretária), domingo, 13 de dezembro de 2020, 18h00

Nonô (M.ª Leonor Costa)

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