PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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terça-feira, 10 de março de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Insónia / Insomnia

Insomnia

Insónia 

Tic-tac, tic-tac

O relógio está a andar.

Tic-tac, tic-tac

Três da manhã, não são horas de acordar.

 

Tic-tac, tic-tac

Na cama já não consigo ficar.

Tic-tac, tic-tac

Vou-me levantar.

 

Uma insónia me deu

De manhã tenho de ir trabalhar.

Saí dos braços de Morfeu

Para a sala fui-me esticar.

 

O dia amanheceu

O relógio deixou de me incomodar

Vi televisão enquanto me apeteceu

E à mesma hora tive de ir laborar.

Poema manuscrito: Autocarro de Chaves com destino a Montalegre,
5 de março de 2015, 8h21
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry

Insomnia

Tick-tock, tick-tock

The clock is ticking.

Tick-tock, tick-tock

Three in the morning, it's not time to wake up.

 

Tick-tock, tick-tock

I can't stay in bed anymore.

Tick-tock, tick-tock

I'm getting up.

 

An insomnia has given me

In the morning I must go to work

I left of the arms of Morpheus

I went to the living room and stretched.

 

The day dawned

The clock stopped bothering me

I watched television as long as I felt like it

And at the same hour I had to go to work.

Handwritten poem: Chaves bus bound for Montalegre,
on March 5, 20158:21 a.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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