🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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domingo, 29 de março de 2015

Amores Platónicos / Platónic Loves - Não quero voltar para casa / I don’t want to go back home

Não quero voltar para casa
Não quero voltar para casa
O que me espera já nada me diz
O tempo fez-nos mal
Tu já não me fazes feliz.

Não sei se o nosso amor foi real
Ou uma pura ilusão
Aquele sentimento outrora verdadeiro
Hoje acho que foi um equívoco do coração.

O nosso amor não cresceu
Porque não olhamos no mesmo sentido
A paixão inicial morreu
O nosso futuro em comum ficou corrompido.

Já nada há fazer
A vida encarregou-se de me mostrar o caminho
Não posso continuar a esconder
Terás de prosseguir o teu sozinho.

Eu regressarei às minhas origens
À terra onde nasci
Vou para junto da minha família
E fazer de conta que nunca parti.

Sentada no sofá em casa dos meus pais (Mem-Martins)
Poema manuscrito,
26 de março de 2015, 19h22
In Costa, M.ª Leonor. Amores Platónicos. Vol. I

Platónic Loves

I don’t want to go back home
I don’t want to go back home
What awaits me no longer tells me nothing
The time made us sick
You no longer make me happy.

I don’t know if our love was real
Or a pure illusion
That true feeling once
Today I think it was a mistake of the heart.

Our love did not grow
Because we did not look in the same direction
The initial passion died
Our Common Future was corrupted.

Nothing is to do
Life undertook to show me the way
I can’t continue to hide
You have to pursue your own.

I will return to my roots
To the land of my birth
I go join my family
And pretend that I never left.

Sitting on the couch in my parents' house (Mem-Martins),
Handwritten,
on March 26, 20157:22 p.m.
In Costa, M.ª Leonor, Platónic Loves. Vol. I
Nonô Poetry

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