🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Lições de resiliência / Resiliency lessons

Um patinho nada contra a corrente
Sem nunca desistir
No meio do betão nasce uma flor
Que sózinha terá de resistir.

Uma árvore que resiste ao vento
Que a tenta destuir
Tudo aquilo que permanece intacto
Ou que consegue resistir.

Um sinal de esperança
Quando tudo parece ruir
Manter o pensamento positivo
Não baixar os braços e persistir.

O salvamento de alguém
Acreditar no que está para vir
Um reaparecimento inesperado
Um acordar deixando de dormir.

Sem temer um percurso
Mesmo que seja sempre a subir
Cada degrau de cada vez
Sem medo de decidir.


Agualva
13 de maio de 2016
escrito à mão
17h47


A duck swims against the current
Never give up
In the middle of the concrete rises a flower
That alone will resist.

A tree that resists to the wind
That tries to destroy it
All that remains intact
Or can resist.

A sign of hope
When everything seems to collapse
Stay positive
Not give up and persist.

Someone rescue
To believe what is to come
An unexpected reappearance
A wake letting sleeping.

Undaunted by a route
Even if it is ever to meet
Each rung at a time
Unafraid to decide.

Agualva
May 13, 2016
handwritten

5:47 p.m.

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