🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Sou uma ostra fechada / I'm a closed oyster

Sou uma ostra fechada
Com uma pérola escondida no meio
Quem me conseguirá abrir?
Quem se atreve a ser o primeiro?

Sou um tesouro
Difícil de descobrir
Há uma mapa para me encontrar
As suas pistas tens de seguir.

Sou um diamante em bruto
À espera de quem me conseguir burilar
Uma pedra preciosa
Rara de encontrar.

Sou um sonho
Tornado realidade
Só conseguirei ser
De quem me amar de verdade.

Sentada na gare dos comboios de Mem-Martins
6 de julho de 2016
escrito à mão
8h39

I'm a closed oyster
With a hidden pearl in the middle
Who will get me open?
Who dares to be the first?

I am a treasure
Hard to find
There is a map to find me
Its lanes you must follow.

I am a diamond in the rough
Waiting for those who get me hone
A precious stone
Rare to find.

I am a dream
come true
I only will be able to be
Of whom love me really.

Sitting in the station of Mem-Martins trains
July 6, 2016
handwritten

8:39 a.m.

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