🌿 PT: Diz-me… já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá, eu sou M.ª Leonor Costa — mas aqui, sou a Nonô. Sou autora de poesia e escrita criativa, e acredito que a palavra não vive apenas no papel: vive na voz, no silêncio e naquilo que sentimos sem saber explicar. O meu trabalho nasce de uma ideia simples: a poesia não é um género — é uma forma de olhar o mundo. Escrevo poesia, crónicas e narrativas que exploram o sensível, o humano e o invisível do quotidiano. Aqui, as palavras não são apenas lidas — são sentidas. Este é o meu espaço de criação e partilha: o Poesias da Nonô, onde a escrita se cruza com a emoção, a imagem e a experiência. Convido-te a entrar devagar. A ler com o corpo. E a deixar que as palavras encontrem o que em ti ainda não tem nome. 🌸✨
🌍 EN: Do you ever feel that words have colour? 🎨 Hello, I’m M.ª Leonor Costa — but here, you may simply call me Nonô. I am a poetry and creative writing author, and I believe words do not live only on the page: they live in voice, in silence, and in everything we feel before we can explain it. My work is built on a simple idea: poetry is not a genre — it is a way of seeing the world. I write poetry, essays and narrative fragments that explore emotion, humanity, and the invisible layers of everyday life. Here, words are not only read — they are felt. This is my creative space: Poesias da Nonô, where writing meets emotion, image and experience. Take your time here. Read slowly. And let the words find what in you has no name yet. 🌸✨

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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Vencida pelo medo / Overcome by fear

Vencida pelo medo
Destronada pelo coração
Derrepente senti fugir
Por de baixo de mim o chão.

O meu peito aperta
Na minha face lágrimas a rolar
Mais uma fase difícil
Pela qual estou a passar.

Baixar os braços não é opção
Até haver vida tenho de lutar
Contudo há dias
Que me sinto desanimar.

Águas paradas
Sem horizonte à vista
Uma pele a carregar
E não há ninguém que a vista.

Invejas e mexericos
Não conseguem adivinhar
A mais pura das verdades
Que cada um anda a passar.

Sentada no comboio  da linha de Sintra,
22 de junho de 2016
escrito à mão
8h46


Overcome by fear
Dethroned the heart
Suddenly felt escape
Below me the floor.

My chest tightens
In my face tears rolling
Another difficult stage
For which I am going.

Download the arms is not an option
Until I have fife I have to fight
Yet there are days
I feel discouraged.

Still water
No horizon in sight
A skin load
And there is no one to wear it.

Jealousies and gossip
Can’t guess
The purest of truths
Each one walks to pass.

Sitting on the train from Sintra line,
June 22, 2016
handwritten

8:46 a.m.

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