PT: Já sentiste que as palavras têm cor, mas que, por vezes, a tua dor não tem voz? 🎨 Olá, sou a M.ª Leonor Costa — a Nonô. Sou autora e mentora de escrita curativa. Acredito que a poesia não é apenas um género literário, é uma ferramenta de libertação. Ajudo-te a transformar as emoções que carregas — e que ainda não sabes como nomear — em palavras que curam e libertam. Aqui, a escrita é uma prática viva: um convite para leres com o corpo, desbloqueares o que está preso e encontrares, finalmente, a tua própria voz. 🌸✨ Queres começar a escrever a tua libertação? Junta-te a mim e descobre como.
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domingo, 29 de novembro de 2015

Catarse das Palavras: "Ao meu filho que nunca nasceu" / Catharsis of Words - Ao meu filho que nunca nasceu / To my son that was never born

PT: Ao meu filho que nunca nasceu

 

Ao meu filho que nunca nasceu,

Desejado no meu peito.

O meu útero não te concebeu,

O destino não é perfeito.

 

Mesmo sabendo que não vieste ao mundo,

Quero que saibas que te desejei,

Um sonho profundo,

Que agora abandonei!

 

O tempo passou,

O relógio biológico não se acertou.

Ao mundo não vieste,

Mas alguém profundamente te desejou.

 

Escrito à mão: Sentada na mesa da cozinha, 29 de outubro de 2015, 7h59

In Costa, Maria Leonor. Catarse das Palavras.


Catharsis of Words

EN: To My Son Who Was Never Born

 

To my son who was never born,

Desired within my heart.

My uterus did not conceive you;

Destiny is not perfect.

 

Even though you never came to the world,

I want you to know that I wanted you—

A deep dream,

That I have now given up!

 

Time has passed;

The biological clock wasn't set right.

You did not come to the world,

But someone deeply wished for you.

 

Handwritten poem: Sitting at the kitchen table, October 29, 2015, 7:59 a.m.

In Costa, Maria Leonor. Catharsis of Words.




Nota: Este artigo foi revisto e atualizado no dia 09/10/2025.

Note: This article was revised and updated on October 9, 2025.

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