PT: Diz-me... já sentiste que as palavras têm cor? 🎨 Olá! O meu nome é M.ª Leonor Costa, mas para ti, sou apenas a Nonô. Mais do que uma autora de 6 livros e participante em mais de 60 obras coletivas, sou uma alma que se recusa a ver o mundo a preto e branco. Este blogue é o meu palco e o meu refúgio. Aqui dou vida a Haikus, Contos, Romances e outras artes que ganham vida e sussurram verdades. Seja como júri em concursos ou a contar-te 'estórias' ao pé do ouvido. Da rádio aos eventos ao vivo, a minha voz é o fio que nos une nesta comunidade de Amigos da Nonô. O meu convite é sente a escrita, descobre o detalhe e deixa que a poesia seja também a tua linha de vida. 🌸✨
EN: Tell me... have you ever felt that words have colors? 🎨 Hello! My name is M.ª Leonor Costa, but to you, I am simply Nonô. More than an author of 6 books and a participant in over 60 collective works, I am a soul who refuses to see the world in black and white. This blog is my stage and my sanctuary. Here, I bring to life Haikus, Short Stories, Novels, and other arts that come alive and whisper truths. Whether as a jury member in competitions or telling you 'stories' in your ear. From radio to live events, my voice is the thread that unites us in this community of Friends of Nonô. My invitation is: feel the writing, discover the details, and let poetry be your lifeline too. 🌸✨

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sábado, 7 de novembro de 2015

Poesias Mundanas / Worldly Poetry - Escrevendo poesia ao som da chuva / Writing poetry by the sound of rain

Escrevendo poesia ao som da chuva

Escrevendo poesia ao som da chuva

Sentada no carro à porta de casa

Cai que nem uma luva

A minha imaginação levanta a asa.

 

Já cheira a terra molhada

O dia esteve bem quente

Assim do nada

Começou a chover de repente.

 

Entretanto, a chuva acalmou

Do carro já consigo sair

Assim um poema se declamou

Com o som da chuva a cair.
Escrito à mão: Sentada no meu carro à porta de casa,
20 de outubro de 2015, 18h30
In Costa, M.ª Leonor, Poesias Mundanas. Vol. I
Worldly Poetry
Writing poetry by the sound of rain

Writing poetry by the sound of rain

Sitting in the car at the doorstep

It fits like a glove

My imagination raises the wing.

 

Already smells like wet earth

The day has been very hot

Just like that

Suddenly began to rain.

 

Meanwhile, the rain has calmed down

I can get out of the car now

So, a poem was recited

With the sound of the falling rain.
Handwritten: Sitting in my car at the doorstep,
on October 20, 2015, 6:30 p.m.
In Costa, M.ª Leonor, Worldly Poetry. Vol. I
Nonô Poetry

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