PT: A poesia não pede licença nem serve para acalmar: é um território vivo de catarse, voz e atitude. Sou a M.ª Leonor Costa (Nonô) — escritora, performer e criadora de Poesias da Nonô. Dou corpo, som e presença à palavra dita em português e inglês, habitada por heterónimos que navegam entre o visceral, o sagrado e o quotidiano. Entra sem pressa. Lê com o corpo, escuta com a pele e habita este espaço.
EN: Poetry doesn't ask for permission, nor is it meant to soothe: it is a living territory of catharsis, voice, and attitude. I am M.ª Leonor Costa (Nonô) — writer, performer, and creator of Poesias da Nonô. I give body, sound, and presence to spoken word in Portuguese and English, inhabited by heteronyms navigating the visceral, the sacred, and the everyday. Step inside. Read with your body, listen with your skin, and inhabit this space.

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sábado, 13 de abril de 2019

Quadras/ Quatrains: Deixei de consegui ver / I could no longer see

Imagem retirada da Internet e manipulada com/ Image taken from the Internet and manipulated with: https://photomania.net/editor

Deixei de consegui ver
O sol encadeou a minha visão
Virei-me para dentro
Refugiei-me na ilusão.

Comboio (Campolide),
Quadra manuscrita,
11 de março de 2019,
7h46

I could no longer see
The sun chained my vision
I turned inward.
I fled in the illusion.

Train (Campolide),
Quadra manuscript,
March 11, 2019,
7:46 a.m.


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